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    September 18th, 2009Andrea HiranakaPop

    Quarta-feira, dia 16 de agosto, em meio à galerinha mais Capricho evah, assisti o segundo show da britânica Lily Allen em SP. Vestida como pra ir pra padaria – de regatinha (sem sutiã, importante frizar), shorts curtos e descalça, mas com muito gliter grudado na cara - Lily foi super simpática com o público. Entre uma música e outra dos seus álbuns ‘Alright, Still’ e ‘It’s Not Me, It’s You”, conversou bastante com a galera, falou do primeiro show no Planeta Terra (e de como estava bêbada), e que estava apreensiva, já que o tour foi inteiro em festivais e aquela seria a primeira gig indoors. Apesar da preocupação e um começo bem morninho, a apreensão sumiu rapidinho entre um ‘Never Gonna Happen’ e um ’22′, e a vibe foi melhorando com as tracks mais famosas. Ela mesma tuitou que o show foi “the best gig ever”.

    Mesmo bem menos bêbada e bem mais comportada que o esperado, ela estava bem à vontade, dançandinho pelo palco o show inteiro, e estampava na cara a felicidade com o público cantando suas músicas. Mesmo com algumas desafinadas e engasgos, gostei muito da performance ao vivo. O carisma e a simpatia fizeram toda a diferença.

    Gostei muito do cover do Kaiser Chiefs, ‘Oh My God’, uma das que eu mais gosto dela (culpa do Mark Ronson), ‘LDN’ (uma das mais dançantes), ‘Smile’ (a sing-along) e ‘Fuck You’ (que todo mundo esperava pra berrar o “Fuck you very very much”). ‘Womanizer’ também apareceu no setlist, bem na volta pro bis, mas ‘Not Fair’ era a que eu mais queria ouvir e foi a que fechou o show. A letra é bem do jeito que a fez famosa (“when we go up to bed you’re just not good it’s such a shame”).

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    May 12th, 2009Andrea HiranakaBritrock, Música, bandas, rock

    Foto por Silvio Tanaka

    Confesso que muito diferente de muita gente que eu conheço, nunca fui A mega fã de Oasis. Tive minhas fases Wonderwall e Don’t Look Back in Anger como todo adolescente dos anos 90 e foram muitas tardes na frente da MTV com Stand By Me, mas nunca tive nenhum dos CDs (é, naquela época o legal era ter o CD).

    Mas, depois do peso na consciência de não ter ido no Radiohead (pois é, eu não fui), resolvi não perder a chance de ver os Gallaghers ao vivo. Pois bem, lá fui eu, apesar da chuva que insiste em cair toda vez que eles aparecem no Brasil. Chuva que atrasou a carona e provavelmente incentivou a mega fila no estacionamento, o que me fez perder boa parte do show e ainda deixou a baixinha aqui lá no fundão, assistindo o show pelo telão e na ponta do pé.

    Aquilo tinha tudo pra me fazer sair de lá achando tudo ok, mas me surpreendi. Tinha esquecido de como a banda era boa, como eles fazem bom rock sem precisar de mega produções, e como as letras são foda. Muito bom ver fãs arrancando os cabelos e ouvir todo mundo cantando a plenos pulmões Champagne Supernova. Saí de lá me sentido muito bem, valeu mega a pena.

    Oasis – Don’t Look Back in Anger

    Oasis – Champagne Supernova

    Oasis – I’m The Walrus

    UPDATE!

    O Noel escreveu alguns posts no blog do Oasis no MySpace sobre os shows no BR! Aqui e aqui sobre o show no “Redge-An-Airo”, aqui sobre São Paulo e aqui sobre Curitiba e Porto Alegre.

    (Dica pelo @nilsonjr que by the way fez um post sobre as músicas que faltaram no show).

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    March 12th, 2008Andrea HiranakaIndie Rock

    paul-banks-interpol-326x182.jpg 

    Adoro sair de um show gostando da banda ainda mais do que quando entrei, foi o caso do Interpol. Já estava esperando aquele clima frio, aquela coisa meio Artic Monkeys no TIM vim-aqui-pra-cantar-e-só, ainda mais depois das críticas que li do show em Buenos Aires. Não foi o que eu vi. Paul Banks não foi agitador de auditório, mas arriscou frases do tipo ’foi muito bom tocar para vocês’ e ganhou a simpatia dos presentes.

    Acertaram ao tocar os hits mais famosos e dançantes bem intercalados com as músicas do álbum novo mais apáticas, como ‘Lighthouse’ e ‘Rest My Chemistry’. O público, assim como eu, pirou nas músicas do ‘Antics’ principalmente, cantando em coro os refrões. Não senti falta de nenhuma.

    O set list ficou assim:

    Pioneer to the Falls
    Obstacle 1
    NARC
    C’Mere
    The Scale
    Say Hello To The Angels
    Mammoth
    No I In Threesome
    Hands Away
    Slow Hands
    Rest My Chemistry
    Lighthouse
    Evil
    Heinrich Maneuver
    Not Even Jail
    NYC
    Stella Was A Diver And She Was Always Down
    PDA

    Arrisquei gravar umas músicas no celular, mas o som do lugar e a péssima qualidade do meu celular não colaboraram. Pra quem quiser conferir, no site do UOL (que transmitiu o show ao vivo) tem alguns vídeos.

    Gostei da iluminação e da cenografia. Simples, mas suficiente (peguei trauma de cenografias que demoram pra ser montadas como foi o do The Killers no TIM Festival).

    A abertura do Cachorro Grande foi legal também, nunca tinha visto uma apresentação deles ao vivo. Foi pontual e conciso, me deu a impressão de que eles tavam lá mais pra ver o show do que pra tocar, mas enfim, todo mundo tava lá mesmo era pro segundo show.

    Resumindo, ótimo show. Valeu cada centavo gasto e o cansaço de hoje.

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