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    March 12th, 2008Andrea HiranakaIndie Rock

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    Adoro sair de um show gostando da banda ainda mais do que quando entrei, foi o caso do Interpol. Já estava esperando aquele clima frio, aquela coisa meio Artic Monkeys no TIM vim-aqui-pra-cantar-e-só, ainda mais depois das críticas que li do show em Buenos Aires. Não foi o que eu vi. Paul Banks não foi agitador de auditório, mas arriscou frases do tipo ’foi muito bom tocar para vocês’ e ganhou a simpatia dos presentes.

    Acertaram ao tocar os hits mais famosos e dançantes bem intercalados com as músicas do álbum novo mais apáticas, como ‘Lighthouse’ e ‘Rest My Chemistry’. O público, assim como eu, pirou nas músicas do ‘Antics’ principalmente, cantando em coro os refrões. Não senti falta de nenhuma.

    O set list ficou assim:

    Pioneer to the Falls
    Obstacle 1
    NARC
    C’Mere
    The Scale
    Say Hello To The Angels
    Mammoth
    No I In Threesome
    Hands Away
    Slow Hands
    Rest My Chemistry
    Lighthouse
    Evil
    Heinrich Maneuver
    Not Even Jail
    NYC
    Stella Was A Diver And She Was Always Down
    PDA

    Arrisquei gravar umas músicas no celular, mas o som do lugar e a péssima qualidade do meu celular não colaboraram. Pra quem quiser conferir, no site do UOL (que transmitiu o show ao vivo) tem alguns vídeos.

    Gostei da iluminação e da cenografia. Simples, mas suficiente (peguei trauma de cenografias que demoram pra ser montadas como foi o do The Killers no TIM Festival).

    A abertura do Cachorro Grande foi legal também, nunca tinha visto uma apresentação deles ao vivo. Foi pontual e conciso, me deu a impressão de que eles tavam lá mais pra ver o show do que pra tocar, mas enfim, todo mundo tava lá mesmo era pro segundo show.

    Resumindo, ótimo show. Valeu cada centavo gasto e o cansaço de hoje.

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    March 11th, 2008Andrea HiranakaIndie Rock

     

    Hoje a noite tem show do Interpol no Via Funchal! Ingresso garantido! Yeah!

    Comparados à Joy Division e Echo & The Bunnymen, a banda foi formada em 1998 e teve uma boa crítica em todos os seus álbuns lançados: ‘Turn on the bright lights’ em 2002, ‘Antics’ em 2004 (meu favorito), e o ‘Our love to admire’ em 2007. É desse álbum a turnê que passa agora no Brasil.

    Apesar da cara inglesa, a banda começou na New York University e passaram a fazer apresentações em clubes pequenos na periferia, mas acabaram reconhecidos no novo continente só depois de agradarem a crítica inglesa. Agora que eles estão grandinhos, com contrato com a Capitol/EMI e tudo achei que ficaram mais maçantes, ainda prefiro a época mais ‘alternativa’ digamos. Eles mesmos não concordam comigo.

    Por aqui os ingressos parecem que ainda estão disponíveis e além de SP eles passam pelo Rio e em Minas. Em Sampa, a banda de abertura é o Cachorro Grande, no Rio, quem abre  é o MopTop e em BH, o Pato Fu (invejinha, apesar de achar que não tem muito a ver). Não sei como estão os ingressos por lá, mas vale a pena tentar.

    Deixo como sugestão pra hoje uma música da época alternativa, ’Obstacle 1′:

    Ps: Adendo no post. O Lúcio Ribeiro colocou no blog o setlist do show em Buenos Aires:

    Pionner to the Falls
    Obstacle 1
    C`mere
    Narc
    Pace is the Trick
    Say Hello to the Angels
    Leif Erikson
    Mammoth
    No I in Threesome
    Slow Hands
    Rest My Chemistry
    Lighthouse
    Evil
    Heinrich Manuever
    Not Even Jail
    ———————
    NYC
    Stella Was a Diver and She Was Always Down
    PDA

    E segundo o mesmo, os ingressos acabaram. That’s it!

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