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June 30th, 2010Eletro rock, Indie Rock, Trilha sonora, Tudo, alternativePor André Sobreiro.
Fui escalado para escrever aqui no Music Pills não pelo meu envolvimento com a música. Para quem não me conhece, escrevo e edito o Salada de Cinema. Aceitei o pedido da Andréa pelo meu conhecimento e envolvimento com a Saga Crepúsculo, da autora Stephenie Meyer.
Em resumo, li os quatro livros da série e já vi todos os filmes em cartaz. Meu eterno fascínio pelos vampiros me envolveu em mais essa história. E filme bom de verdade pressupõe uma boa trilha sonora. Claro que prefiro as trilhas especialmente compostas (e acho Danny Elfman um cara genial), mas nada contra as trilhas feitas de bandas e artistas. Especialmente em projetos para adolescentes como a Saga Crepúsculo.
Por isso, sim, eu acho genial a trilha dos três filmes. O primeiro ponto é o equilíbrio. As bandas-de-seis-fãs estão lado a lado com bandas populares como Linkin Park. Aos “seis fãs”, mil desculpas, mas desde 2008 que suas bandas não são mais de vocês.
O Muse, por exemplo, já caiu no gosto desse público, tanto que possui música nos três filmes. Nomes como The Black Ghosts, Lykee Li e Grizzly Bear saíram das rodinhas alternativas e ganharam projeção global. E novamente, perdão aos puristas, ninguém os forçou a nada. Muito pelo contrário.
E a prova disso é que o Metric surge hoje em Eclipse com uma canção de mesmo nome, composta especialmente para o filme. Vendidos? Provavelmente sim, mas que artista não quer uma horda de adolescentes cantando suas músicas?
E vocês “seis fãs”, esse mundo teen pode até não ter o conhecimento que você tem. Mas são eles que consomem e colocam suas bandas no centro do mundo. E que os trazem para o Brasil. Vocês deveriam é agradecer a gente, isso sim.
Tags: Crepúsculo, Eclipse, Twilight -
June 28th, 2010Indie Rock, Trilha sonora, alternative, bandas, indie pop, rockO #MusicMonday dessa semana é especial. No próximo dia 30, estréia aqui no Brasil o terceiro filme da saga Twilight, Eclipse, mais uma vez trazendo os queridinhos teens Robert Pattinson e Kristen Stewart para brilhar a luz do sol. E este post é o começo de uma discussão: qual a sua opinião sobre bandas underground participando da trilha sonora dos filmes mais pops e mainstream dos últimos anos? Para quem não está inteirado, estão no soundtrack algumas bandas como Metric, Grizzly Bear, Florence + the Machine, The Dead Weather, entre outros.
Para começar, convidei o editor-chefe do novíssimo Salada de Cinema, André Sobreiro (ou @hipotermia para a tuitosfera) para trazer uma seleção das suas 5 músicas favoritas presentes nos três filmes, “Crepúsculo”, “Lua Nova” e “Eclipse”. Também convidei o André a escrever um post com seu ponto de vista cinéfilo, falando sobre o filme e a sua trilha sonora. Para “o outro lado do ringue”, convidei o Nilson Jr, como ele mesmo diz “uma das 6 pessoas que estavam no gargarejo do show do Metric no Motomix de 2008″, que viu a sua banda do coração compondo uma música especialmente para o terceiro filme. Aguardem!
Muse – Supermassive Black Hole
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Iron & Wine – Flightless Bird, American Mouth
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Lykke Li – Possibility
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Sea Wolf – The Violet Hour
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Metric – Eclipse (All Yours)
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Tags: Eclipse, Iron & Wine, Lua Nova, Lykke Li, Metric, Muse, Sea Wolf, Twilight -
October 28th, 2009Indie Rock, Música, Pop, Trilha sonora, alternative, indie pop, rockPara ler ouvindo:
She and Him – Please Please Please Let Me Get What I Want (The Smiths Cover)
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Depois do meu post por aqui sobre o filme ’500 dias com ela’, o @hipotermia me pediu um post lá no seu Além da Ficha Técnica sobre ele. Leia o meu post aqui. E já que falei do filme lá, falo cá da trilha sonora, que ouvi antes mesmo de ir pra sala de cinema. O diretor Marc Webb começou com clipes musicais, por isso a trilha tinha a promessa também de ser boa. Bingo!
A trilha conta com muito indie pop e indie folk e, apesar de não contar com muitas novidades, faz bem o seu papel. É fofa e apaixonante assim como o filme e ele por si só conta a história de amor do Tom e da Summer.
A primeira “música” é a narração inicial do filme, que te conta que “this is not a love story” e logo depois vem ‘Us’, da Regina Spektor, animada, feliz e apaixonada, seguida pela ‘There Is a Light That Never Goes Out’ do The Smiths, música tema do relacionamento dos dois. E a trilha vai passando por Black Kids, mais Smiths, Feist, Doves, mais Smiths, Carla Bruni, até chegar no Simon & Garfunkel com seu triste “Bookends” e Mumm-Ra com “She’s Got You High”. O finale vem com a “Please Please Please Let Me Get What I Want” do Smiths cantada pelo She and Him, banda da Zoey Deschanel, a própria Summer. Uma surpresa fofa no final.
Tags: 500 Days Of Summer, 500 Dias Com Ela, Marc Webb, Regina Spektor, The Smiths -
May 16th, 200880's, Britrock, Dance, Eletro pop, Eletro rock, Funk, Indie Folk, Indie Rock, MPB, Música Latina, Nacional, Nova MPB, Pop, R&B, Rap, Reggae, Soul, Techno, Trilha sonora, Tropicália, Vocal Feminino, alternative, anti-folk, hip-hop, indie pop, jazz, rock, samba rockEu confesso. Eu não sou das mais entendidas de música. Fui criada a base de música de rádio, músicas do arco da velha da minha vó, e até CD das Sete Melhores da Jovem Pan. Minha educação musical é próxima ao zero, nunca aprendi a tocar um instrumento, no mínimo a flauta doce na pré-escola e a nunca atendida vontade de aprender a tocar violão.
Essa minha história de escrever sobre música foi muito mais um hobbie que eu passei pro blog do que um assunto que eu realmente manje, por isso confesso: eu não sei lidar com as tantas categorias da música de hoje em dia. Me lembro bem que quando eu era mais nova as coisas eram bem mais simples, ou era pop, ou era rock, ou era eletrônico, ou era sertanejo, ou era samba/ axé, e mais uma ou outra coisa. E só.
Agora é um tal de new-pop-rock-eletro-punk-anti-folk que eu já nem sei mais. Por exemplo, as categorias dos meus posts, em NUNCA sei se coloco um ou outro, ou crio um novo. Não que isso seja necessariamente ruim (aliás, adoro essa variedade toda), ou que as coisas deviam ser encaixadas em categorias quadradas, mas o que mais me incomoda é que como categorizar as minhas preferências musicais? Eu já nem sei falar do que gosto mais.
Essa aflição me atingiu recentemente quando coloquei Mark Ronson pra tocar no Last.fm e o site me põe como artistasimilar o Kanye West (Kanye West! odeio esse cara!). Juro que para mim é juntar banana com maçã, mas será essa a lógica?
Isso é Mark Ronson, com o cover de Radiohead “Just”:
E isso é Kanye West, com o Daft Punk em “Stronger”:
Tags: Just, Kanye West, Mark Ronson, Stronger -
April 15th, 2008Trilha sonora, musicais
Quinta-feira passada assitia ao meu bom e velho Friends na Warner e devido a inércia que me manteve no sofá, resolvi assitir à estréia de ’Pushing ‘Daisies’. Na hora lembrei de Amelié Poulain, o texto do narrador, a estética das cenas, a solidão do protagonista. Bryan Fuller deve ter tido uma inspiração na produção francesa, apesar de ser comprada pelos críticos americanos ao Tim burton (lembra também, não vou dizer que não).
A série conta a história de Ned que tem um dom muito peculiar: pode trazer de volta à vida seres mortos ao tocá-los, mas com o seu preço, se reviver alguém por mais de um minuto alguém morre em seu lugar e se tocar alguém pela segunda vez, ela morre para sempre. Infelizmente, Ned descobre seu ‘talento’ de um forma triste, com a morte da prórpia mãe. Com isso, acabou se distanciando de outras pessoas com medo de perder quem ama, mas tornou-se um reconhecido chef de tortas sempre fresquinhas e com os melhores produtos. Um conto de fadas.
As músicas da série também tem um toque de musical, isso sim bem Tim Burton. O compositor Jim Dooley é o principal responsável pela trilha. Duas das atrizes da série já trabalharam em musicais. Esse é o ‘Hopelessly Devoted to You’, pela Kristin Chenoweth:
E esse o ‘Morning Has Broken’, pela Ellen Greene:
Bom, com meio capítulo (não assisti ao primeiro inteiro) não dá pra saber se a série é boa, mas tem grandes chances de ganhar um espacinho na minha lista de séries favoritas.
Tags: Amelie Poulain, Hopelessly Devoted to You, Morning Has Broken, Pushing Daisies, Tim Burton -
February 25th, 2008Filmes, Trilha sonoraE agora fuçando os posts antigos eu vi que não escrevi nada sobre o filme ‘Piaf – um hino de amor’!! Isso que faz um tempão que assiti ao filme e depois de Golden Globes e Oscars ganhos. Bom, antes tarde do que nunca.
Confesso que não conhecia muito da Edith Piaf. No máximo, ouvi a música ‘La vie en rose’ na minha aula de francês no colégio. Só. Mas depois do filme, não tem como não se sensibilizar com a história dela. História de quem fazia o que amava.
Sobre o filme, a interpretação da Marion Cotillard é impressionante. Apesar de nem conhecer a Piaf real direito, essa atriz de apenas 33 anos me convenceu muito! A maquiagem e a cenografia também ajudaram. As cenas do auge até a sua morte são de cortar o coração.
Como sempre, deixo aqui uma recomendação, mas vale a pena assitir aos outros vídeos dela disponíveis na web. Esse é o de ‘No, je ne regrette rien’:
Tags: Edith Piaf, La vie en rose, Marion Cotillard, no je ne regrette rien -
February 18th, 2008Trilha sonora
É oficial. Estou viciada na trilha sonora de Juno. Já gostei só ouvindo no site oficial do filme, depois de assistir o filme ontem, adoro ainda mais. Muito violão, banjo e letras gostosas. O filme concorre a quatro Oscars esse ano: melhor atriz, melhor diretor (Jason Reitman), melhor roteiro original (Diablo Cody) e melhor filme, infelizmente não entrou na lista dos indicados para trilha sonora ou música.
A música mais fofa com certeza é a ‘Anyone Else But You’ , do The Moldy Peaches, cantado pelos protagonistas Juno (Ellen Page) e Bleeker (Michael Cera).
Tags: Anyone Else But You, Juno, The Moldy Peaches -
January 14th, 2008Filmes, Trilha sonoraPor causa do Writers Strike em Hollywood, esse ano a Hollywood Foreign Press Association vai economizar uma graninha ao não fazer a tradicional festa do Golden Globe. Essa 65a edição aconteceu assim, só com estrelinhas anunciando os grandes ganhadores.
Coitados da legião de maquiadores, estilistas, cabeleleiros, motoristas de limusine, paparazzis e apresentadores-de-tapete-vermelho que ficaram sem bico nesse domingo. E nós também, já que não vamos ter a chance de falar mal das breguices que as belas resolvem apresentar no tapete vermelho. Culpa dos roteiristas! (que além de tudo me deixam sem saber que a Sara morre no CSI, me deixa na angústia de ficar sem capítulos novos de House, mas esse é assunto pra outro post).
Quem quiser conferir a lista completa dos ganhadores, ela está aqui. Como este blog é sobre música, deixo aqui os mais relevantes: quem faturou o prêmio de Melhor Comédia ou Musical foi ‘Sweeney Todd’, de Tim Burton. Dos atores, Marion Cotillard foi eleita a Melhor atriz em Comédia ou Musical por ‘Piaf – um Hino de Amor’ e Johnny Depp foi o melhor ator nesta categoria por “Sweeney Todd’. E esse ano quem ganhou a estatueta de Melhor Trilha Sonora foi ‘Na Natureza Selvagem’, com a música ‘Guaranteed’ do Eddie Vedder, que ultimamente tem trabalhado bastante com isso. Aí vai o clipe:
Tags: Golden Globe, Na Natureza Selvagem, Piaf, Sweeney Todd -





