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    Eu confesso. Eu não sou das mais entendidas de música. Fui criada a base de música de rádio, músicas do arco da velha da minha vó, e até CD das Sete Melhores da Jovem Pan. Minha educação musical é próxima ao zero, nunca aprendi a tocar um instrumento, no mínimo a flauta doce na pré-escola e a nunca atendida vontade de aprender a tocar violão.

    Essa minha história de escrever sobre música foi muito mais um hobbie que eu passei pro blog do que um assunto que eu realmente manje, por isso confesso: eu não sei lidar com as tantas categorias da música de hoje em dia. Me lembro bem que quando eu era mais nova as coisas eram bem mais simples, ou era pop, ou era rock, ou era eletrônico, ou era sertanejo, ou era samba/ axé, e mais uma ou outra coisa. E só.

    Agora é um tal de new-pop-rock-eletro-punk-anti-folk que eu já nem sei mais. Por exemplo, as categorias dos meus posts, em NUNCA sei se coloco um ou outro, ou crio um novo. Não que isso seja necessariamente ruim (aliás, adoro essa variedade toda), ou que as coisas deviam ser encaixadas em categorias quadradas, mas o que mais me incomoda é que como categorizar as minhas preferências musicais? Eu já nem sei falar do que gosto mais. 

    Essa aflição me atingiu recentemente quando coloquei Mark Ronson pra tocar no Last.fm e o site me põe como artistasimilar o Kanye West (Kanye West! odeio esse cara!). Juro que para mim é juntar banana com maçã, mas será essa a lógica?

    Isso é Mark Ronson, com o cover de Radiohead “Just”:

    E isso é Kanye West, com o Daft Punk em “Stronger”:

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    March 18th, 2008Andrea HiranakaMPB, Soul, samba rock

    Dia 15 de março, segunda-feira passada, completou-se 10 anos da morte de Tim Maia. Cantor, compositor e famoso reclamão, o cara disseminou a soul music no Brasil, além de ter feito mil projetos com muitos músicos bacanas por aqui e lá por fora.

    A biografia do Tim escrita pelo jornalista e também músico Nelson Motta, chamou bastante a atenção ano passado. Alguns conhecidos que leram elogiaram bastante. O mais legal é que o livro é narrado por um amigo, por alguém que esteve presente em várias passagens e não por um pesquisador qualquer. O site do livro é bem legal, tem até um espaço para que os fãs contem suas histórias pessoais com o Tim Maia, além de música, claro.

    Vou deixar uma indicação da fase ‘Racional’, na minha opinião a melhor época, ‘Imunização Racional (Que Beleza)’.

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    February 26th, 2008Andrea Hiranakasamba rock
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    A Bacardi patrocinou em 2007 o projeto Bacardi B-Live OE: Brazil. Nesse projeto, a empresa trouxe para o Brasil cinco músicos neozelandezes e fizeram jams com alguns artistas brasileiros, como Bossacucanova, Funk Como Le Gusta, Clube do Balanço, Max de Castro, Zimbo Trio, entre outros. Além do álbum, os caras da Loop Records gravaram um documentário do projeto.

    Achei bem legal eles patrocinarem não só shows de música, como acontece com a grande maioria das empresas por aí, e partirem pra projetos culturais de verdade. O Barcardi B-Live tem um histórico bem legal (apesar de eletrônico não ser a minha praia), eles lançaram o Bacardi B-Live Radio, onde eles anunciam música 24h sem interrupção comercial. Além do site, você pode contratar a rádio pelo celular e ouvir o conteúdo em qualquer lugar. Não sei se dei a sorte de pegar a rádio em um dia ruim ou se existe restrição, mas o site tá lá.

    A Heinekein tem um projeto parecido aqui no Brasil. A Rádio Heinekein está disponível no site e também via celular. A cada semana, o Maestro Billy elege uma cidade no mundo e toca o que estiver pegando por lá. Achei legal eles usarem o Twitter para divulgar os novos conteúdos.

    Voltando ao OE: Brazil, esse vídeo é da música ‘Doin’ it for Brazil’, do Clube do Balanço com o Barnaby Weir, da banda de reggae neozelandesa The Black Seeds

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